domingo, 30 de setembro de 2012

FLEURS DE CERISIER EAU DE TOILETTE FEMININO DA L'OCCITANE EN PROVENCE.

Este perfume possui uma fragrância fresca e floral, celebrando a beleza das flores de cerejeira no início da Primavera. Possui uma boa fixação e tem família olfativa floral, criada em 2007 por L'Occitane en Provence, França.




As notas são:
-  de cabeça: cereja, frésia e groselha negra.
-  de coração: flor de cerejeira e lírio do vale, que são bem florais e femininas.
- de fundo: âmbar, almíscar e Palissandre do Rio (pau-brasil), que são quentes e amadeiradas.
É um perfume bem leve, que não domina o ambiente de forma impactante, porém convida à aproximação e logo percebe-se notas equilibradas em perfeita harmonia.
A fragrância expressa meiguice e feminilidade, sendo um floral tímido que evoca paisagens bucólicas e serenas e proporciona um aroma calmo e apaixonante.





Um perfume para todas as horas. Perfeito, nesses dias de Primavera. Um dos maiores sucessos da L' Occitane. Vale a pena experimentar.





Abraços,

Patrícia.

domingo, 23 de setembro de 2012

PERFUME DOLCE & GABBANA LIGHT BLUE FEMININO.

Os estilistas Domenico Dolce e Stefano Gabbana influenciaram o cenário internacional da moda e produtos de luxo, tornando a marca Dolce & Gabbana uma das mais desejadas do mundo. As linhas de fragrâncias da marca têm como inspiração homens e mulheres independentes. Os produtos têm sempre um traço único, sexy e marcante, envoltos na sensualidade no Mediterrâneo.
O perfume Light Blue é para mulheres com estilo de vida elegante e casual, traduz o sol intenso e as noites deslumbrantes. A fragrância é refrescante e intensa e representa a sensualidade do Mediterrâneo. O perfumista responsável pela criação é Olivier Cresp.

A fragrância evoca o espírito da Itália. O mar profundo, as noites deslumbrantes, o céu infinito e a alegria das pessoas.
As notas são:
- cabeça: maçã e cedro siciliano;
- coração: bambu, rosa branca e jasmim;
- fundo: âmbar, cedro e almíscar.
Enfim, é um floral frutal que captura a essência do verão ensolarado na Sicília.
É um perfume para qualquer ocasião, bem fresquinho e pode ser usado em qualquer horário. Uma delícia.
  



 Abraços,

Patrícia.

ANTIOXIDANTES E RADICAIS LIVRES.

Para um perfeito funcionamento de todas as células do nosso organismo é necessário usar oxigênio. Isso é fundamental para converter os nutrientes absorvidos dos alimentos em energia. Porém, a utilização de oxigênio, chamada de oxidação, tem um preço para o organismo: liberação dos radicais livres, que são moléculas com número ímpar de elétrons, com carga negativa, instáveis e com tendência a associar facilmente com moléculas de carga positiva, podendo reagir ou oxidar o nosso organismo.

Com isso, as células do nosso corpo estão sujeitas a danos tóxicos causados pela formação de radicais livres, que podem gerar possíveis inflamações crônicas; inclusive, o excesso de ação desses radicais pode danificar o material genético das células.
Porém, as nossas células têm enzimas protetoras que reparam os danos causados por oxidação, sendo que o organismo consegue controlar o nível desses radicais livres gerados no metabolismo do oxigênio. Mas, o processo de oxidação interno que ocorre devido aos processos metabólicos, não é a única fonte produtora de radicais livres. Fatores externos contribuem igualmente na formação do excesso de radicais livres que causam danos irreparáveis. São eles:
- poluição ambiental e gases tóxicos de escapamentos de veículos;
- estresse;
- consumo exagerado de gorduras trans (frituras, embutidos, alimentos industrializados);
- exposição a Raios X e radiação ultravioleta do sol;
- hábito de fumar, bem como exposição à fumaça de cigarro;
- consumo de álcool;
- resíduos de pesticidas;
- substâncias tóxicas presentes em alimentos e bebidas (aditivos químicos, hormônios, aflatoxinas, etc.)

No entanto, radicais livres não devem ser considerados os grandes vilões: eles são úteis e indispensáveis às nossas defesas, pois combatem as infecções do organismo. Somente o excesso deles no nosso corpo que é tóxico e prejudicial para nossa saúde.
Para eliminar o excesso de radicais livres no nosso corpo, existem os antioxidantes, que possuem carga positiva para combinar com os radicais livres (com carga negativa), tornando-os neutros, Ou seja, antioxidantes anulam a ação de oxidação dos radicais livres. O termo antioxidante é utilizado para denominar a função de proteção celular contra os efeitos danosos dos radicais livres.
Antioxidantes estão presentes nos alimentos. Alguns exemplos:
- Vitamina C: encontrada em frutas cítricas e vegetais verde-escuros (laranja, limão, lima, acerola, caju, kiwi, morango, couve, brócolis, tomate, etc.)
- Vitamina E: encontrada no germe de trigo, óleos de soja, arroz, algodão, milho e girassol, amêndoas, nozes, castanha do Brasil, gema de ovo, vegetais folhosos e legumes;
- Vitamina A: encontrada em cenoura, abóbora, fígado, batata doce, damasco seco, brócolis e melão.
- Selênio: encontrado na castanha do Brasil, alimentos marinhos, fígado carne e aves.
- Zinco: encontrado nas carnes, peixes (incluindo ostras e crustáceos), aves, leites, cereais integrais, feijões e nozes.
- Bioflavonóides: encontrados em frutas cítricas e uvas escuras ou vermelhas;
- Licopeno: substância ativa encontrada no tomate;
- Isoflavonas: encontrada principalmente na soja;
- Catequinas: encontradas em frutas da família do morango, uva e chá verde.
Como podemos notar, uma alimentação rica em vegetais, frutas, leguminosas, cereais, hortaliças e carnes é a melhor proteção contra o excesso de radicais livres que nosso corpo está exposto. Essa alimentação saudável diminui o risco de uma série de doenças, inclusive envelhecimento precoce e câncer. Porém, devemos evitar o máximo possível a ação de alguns fatores externos (citados acima).


Claro que, atualmente, existem muitos suplementos à base de antioxidantes e fáceis de serem comprados. Porém, nada substitui uma boa alimentação, pois os nutrientes encontrados naturalmente nos alimentos são melhores aproveitados pelo nosso organismo.

Concluindo: uma dieta bem equilibrada é a chave para lutar contra os radicais livres.

Espero que gostem do texto.
Um abraço,

Patrícia.

domingo, 16 de setembro de 2012

A POPULAR DIETA DO MEDITERRÂNEO.

A dieta mediterrânea (EUROPEIA) se caracteriza pelo alto consumo de frutas, verduras, legumes, cereais, leguminosas (grão-de-bico e lentilha), oleaginosas (amêndoas, azeitonas e nozes), peixes, leite e derivados, vinho e, claro, muito AZEITE DE OLIVA. Os europeus que vivem na região do Mediterrâneo têm menos câncer e doenças cardiovasculares e estão entre os povos mais magros do Planeta. A dieta se refere às populações que habitam o litoral da bacia do mar Mediterrâneo, mais especificamente, Grécia, sul da Itália, Sicília, Espanha mediterrânea, sul de Portugal, a as regiões da França que ficam no sul, no litoral do Mediterrâneo O resultado dessa dieta faz com que eles também vivam mais e desenvolvam menos doenças.


O diferencial da dieta consiste no baixo consumo de carnes vermelhas, gorduras de origem animal, produtos industrializados e doces. É uma dieta pobre em ácidos graxos saturados, rica em carboidratos e fibras e tem alto conteúdo de ácidos graxos monoinsaturados, derivados do AZEITE DE OLIVA.
Usado em praticamente todas as refeições mediterrâneas, o AZEITE DE OLIVA possui gorduras que combatem o LDL (colesterol ruim) e aumentam o HDL (colesterol bom), além fortalecer o sistema imune contra doenças em geral.
Vale lembrar que dieta do mediterrâneo é um estilo de vida, não um regime. Essa prática consiste em uma alimentação saudável e prática de exercícios físicos moderados.


As vantagens dessa dieta:
- proteção contra infartos;
- diminuição do risco de câncer;
- defesa da pele contra agressões externas;
- aumento da longevidade;
- proteção do cérebro contra os danos causados pelo envelhecimento.
Todos esses benefícios à saúde são oferecidos pela dieta em geral, rica em um conjunto de nutrientes, porém o AZEITE DE OLIVA tem um papel de destaque.
Em recente publicação científica concluiu-se que, além de oferecer os benefícios para a saúde na prevenção de doenças cardiovasculares e proteger o coração, o AZEITE DE OLIVA possui uma grande importância na prevenção da osteoporose.


Com certeza, vocês irão ouvir falar muito sobre a dieta do mediterrâneo.

Até mais,

Patrícia.



INFORMAÇÕES SOBRE A DOENÇA DE ALZHEIMER.

Essa doença foi descrita pela primeira vez em 1906 pelo psiquiatra alemão Alois Alzheimer (foto abaixo). É conhecida como mal de Alzheimer, Doença de Alzheimer (DA) ou simplesmente Alzheimer.


Atualmente no Brasil, existem cerca de 15 milhões de pessoas acima de 60 anos, sendo que 6% sofrem de Alzheimer, segundo os dados da Associação Brasileira de Alzheimer.
Alzheimer é classificado como doença neuro-degenerativa, ou seja, provoca declínio de funções intelectuais, além de reduzir capacidade de trabalho e relação social, interferindo na personalidade e no comportamento.
Na fase inicial, o paciente com a doença, começa a perder a memória recente. Pode até lembrar-se com detalhes dos fatos acontecidos há anos atrás, porém se esquece, por exemplo, que realizou a refeição ou que tomou banho.
O quadro vai evoluindo e a doença vai causando grande impacto no cotidiano do indivíduo, afetando a capacidade de aprendizado, atenção, linguagem, compreensão e orientação. Isso obriga o doente a se tornar dependente da ajuda dos outros na rotina básica, como alimentação e sua higiene pessoal.
A causa principal da doença ainda não está clara, mas os efeitos deixam grandes marcas no paciente e na família. Normalmente, atinge a população com idade mais avançada, embora atualmente já existam casos registrados em jovens. Alguns pesquisadores identificaram componente genético associado ao problema, mas ainda a causa exata da doença está longe de uma solução, provavelmente porque tenha vários fatores envolvidos.
Um aspecto importante observado no Alzheimer é que o paciente não tem seu estado de consciência reduzido, respondendo aos estímulos internos e externos. Ele pode responder mal ou errado, mas sempre está acompanhando as pessoas e tudo à sua volta. Porém, os portadores da doença precisam de assistência total ao longo do dia. O quadro evolui muito rápido em um período de 5 a 10 anos.


O diagnóstico não é muito fácil. A família tende a achar que o comportamento do paciente está relacionado a mais um problema da idade avançada e não procura o médico. No entanto, os sintomas aumentam e torna-se necessária a ajuda do geriatra ou neurologista. Isso fará a família distinguir entre o esquecimento normal e as manifestações mais graves e frequentes da doença.
Então, é muito importante procurar ajuda médica para o correto diagnóstico e também diferenciar os sintomas que o paciente tem dos outros sintomas clássicos das demências senis comuns.
O tratamento com medicamentos não impedem a evolução final da doença e tem utilidade no estágio inicial, podendo apenas amenizar um pouco os sintomas ou retardar os efeitos progressivos do Alzheimer. Infelizmente, a doença não tem cura. A introdução da medicação vai retardar um pouco a evolução da doença e proporcionar mais conforto ao paciente e familiares.
Tratam-se tanto os distúrbios do comportamento (confusão, agressividade, depressão) quanto o déficit de memória, corrigindo o desequilíbrio químico do cérebro. Vale lembrar, que todo tratamento deve ter acompanhamento de médico especialista, que além de prescrever os medicamentos corretos, vai orientar a família como tratar o paciente com os cuidados necessários e atenção.
Vale ainda ressaltar que, quanto mais os sintomas avançam, o paciente tende a afastar-se do convívio social. Tanto a família, quanto a sociedade precisam dar apoio ao paciente, pois Alzheimer é uma doença incurável, então o portador precisa receber carinho e cuidados nessa fase. Fazer o paciente praticar alguma atividade física, é comprovadamente benéfica e melhora um pouco os sintomas.
Infelizmente, além de ser incurável, o Alzheimer também não tem forma eficaz de prevenção. Porém, manter a cabeça ativa, com uma boa vida social, permite retardar a manifestação da doença. As atividades recomendadas para estimular memória incluem uma leitura constante, exercícios de matemática, jogos inteligentes, participação de atividades em grupo. E lógico, ter uma vida saudável, praticando exercícios físicos e incluindo uma alimentação saudável, além de viver com mais ânimo e felicidade.


Espero que essas informações ajudem a entender um pouco o Alzheimer.

Até mais,
Abraços, 
               Patrícia.


domingo, 9 de setembro de 2012

ESMALTE DA SEMANA.

A semana se inicia e eu escolhi um esmalte lindo. Claro, na minha opinião.
Passei o MOULIN ROUGE da coleção PARIS, marca SUPER PÉROLA. Este esmalte tem um tom vermelho fechado, um pouco cereja, bem clássico. Muito lindo. É bem fácil de passar e tem boa fixação. Um detalhe importante é que seca rápido. Também é fácil de limpar.

No dedo anelar (das duas mãos) passei o esmalte CARINA da coleção CONSTELAÇÕES  VERÃO 2013, marca BIG UNIVERSO. Ele é recheado com glitters comuns e hexagonais. Tem a base transparente e bastante glitter dourado. Em uma única pincelada vem bastante glitter, porém deve ter-se cuidado ao passar para deixá-los bem espalhado. Seca bem rápido.

Abaixo, o resultado.



















Gostaram?

Até breve,
Abraços,

Patrícia.

sábado, 8 de setembro de 2012

ALIMENTOS PARA MELHORAR A MEMÓRIA.

Memória é nossa capacidade de adquirir, evocar e conservar informações através do funcionamento cerebral e da interação social. É a faculdade psíquica através da qual podemos  reter fatos  e lembrar o passado.
A memória humana é uma função cerebral que resulta das conexões sinápticas entre os neurônios.  Existem dois tipos de memória:
- curto prazo: que é consequência da simples excitação da sinapse para reforçar ou sensibilizar transitoriamente.
- longo prazo: reforço permanente das sinapses através de ativação de alguns genes e síntese de proteínas correspondentes.


Porém, a nossa memória precisa de estímulos para funcionar 100%. Quem já não teve um “branco” alguma vez na vida, não é mesmo?
Se você já enfrentou algum esquecimento temporário e chegou à conclusão de que sua memória não está lá muito bem, antes de culpar a sua idade, a correria, o estresse ou a falta de atenção, vale prestar atenção aos alimentos que você está ingerindo. Isso porque, os estudos recentes, demonstram que a dieta equilibrada é fundamental para o bom funcionamento do nosso cérebro.


Vários estudos de instituições americanas estão demonstrando nas suas pesquisas que uma alimentação equilibrada em nutrientes contribui para evitar o declínio das funções cognitivas e prevenir doenças degenerativas progressivas, como por exemplo, o Alzheimer.
Frutas, vegetais, nozes, grãos e sementes possuem vários nutrientes que auxiliam na melhoria das conexões entre as células.
Portanto, se ingerirmos alguns alimentos, incluindo-os na rotina de nossa alimentação, estaremos dando uma “ajuda” para nossa memória. Vale a pena.
Abaixo, vou descrever rapidamente sobre alguns desse alimentos.
AZEITE DE OLIVA: é rico em ácidos graxos monoinsaturados , isto é, gorduras boas que fazem parte das membranas celulares dos neurônios e aceleram as informações entre eles. Óleo de canola e linhaça também possuem essa gordura. Além disso, o azeite extravirgem fornece polifenóis e vitamina E, que são antioxidantes e dá efeito neuroprotetor. Outros óleos ricos em vitamina E são girassol, amendoim e milho, além das nozes e abacate.


MAÇÃ: contém fisetina, que estimula o amadurecimento das células nervosas e estimula alguns mecanismos cerebrais relacionados à memória. A fisetina é um fitoquímico que também está presente no kiwi, uva, morango, pêssego, cebola e espinafre.


CEREAIS INTEGRAIS: os grãos, como arroz integral, cevada e aveia, bem como as massas de trigo integral colaboram para que a troca das informações entre neurônios ocorra sem sobressaltos, auxiliando a memória. Isso porque são alimentos ricos nas vitaminas do complexo B, principalmente acido fólico e vitamina B6. Carnes, leite e derivados, peixes, nozes, sementes, feijão e soja também são ricos nessas vitaminas.

BRÓCOLIS: brócolis e espinafre, vegetais de folhas verde-escuras, são fontes importantes de ácido fólico, que é uma vitamina do complexo B, essencial para a formação do sistema nervoso do feto. Tardiamente, participam das reações químicas que regulam as conexões entre as células nervosas, infuenciando o nosso desempenho cognitivo, que tem a ver com nosso processo de aprendizagem e memória. Além disso, possuem bastante antioxidantes. Porém, alcachofra, aspargos, nozes, beterraba e espinafre, cenouras, hortaliças alaranjadas (fonte de betacaroteno) também são ricos nesses compostos. Já o tomate possui o licopeno, outro composto capaz de bloquear a ação dos radicais livres.




FRUTAS VERMELHAS: essas frutas possuem considerável quantidade de antioxidantes e atualmente estão presentes em diversas pesquisas de prevenção do envelhecimento. Amora tem demonstrado capacidade em reverter os déficits de memória associados à idade. Resultados bons também foram obtidos com extratos de blueberry (mirtilo). Os flavonóides presentes nas frutas é que são os responsáveis pela reversão dos danos cognitivos, exercendo efeitos benéficos na aprendizagem e memória, pois protegem os nossos neurônios. O ranking das frutas mais ricas nesse antioxidantes são: mirtilo, ameixa preta, amora, framboesa, morango, cereja e uvas vermelhas. Além disso, o morango possui a vitamina C, encontrada também nas frutas cítricas, como laranja, limão, acerola e kiwi.



OVO: possui grande quantidade de colina, que participa da formação de novos neurônios e repara as células cerebrais que sofreram danos. É matéria-prima da acetilcolina, que é um neurotransmissor para memória e aprendizado. A colina melhora o processo de memória e controla a depressão.  Além disso, também é muito importante para desenvolver o sistema nervoso do feto. Salmão, soja, fígado, feijão, germe de trigo tem concentrações menores. Ovo também é uma fonte de proteína de alto valor biológico e fornece-nos as vitaminas do complexo B, facilitando a conexão com neurônios.



PEIXE: é bom para memória e cérebro. E se for das águas frias, como salmão, sardinha, anchova, atum, arenque e cavala, fornecem os ácidos graxos muito benéficos, os ômegas 3, com ação antinflamatória. Esses ômegas, protegem neurônios de radicais livres; destacando-se o DHA (acido docosahexaenóico). As pesquisas concluíram que há um risco de 47% menor em desenvolver Alzheimer quando os indivíduos possuem taxas significativas de DHA e consomem, pelo menos, uma porção de peixe na semana. O DHA preserva as membranas dos neurônios. Além disso, os peixes fornecem para nosso organismo a vitamina D, contribuindo para a renovação de nossos neurônios.



Porém um alerta: não basta caprichar na alimentação e abusar dos alimentos que prejudicam a memória. Isso mesmo, alguns alimentos  favorecem os esquecimentos e a longo prazo podem aumentar o risco de doenças neurológicas como, por exemplo, o Alzheimer. Alguns desses alimentos são:

- AÇÚCAR: fornece-nos energia rapidamente, porém esse efeito tem curta duração. Isso eleva a produção de insulina e desencadeia algumas reações químicas que danificam as células do cérebro.

- CARNES: estimulam produção de algumas substâncias que são tóxicas para o neurônio. As formas piores para a saúde são o churrasco e as carnes fritas. E até o peito de frango grelhado faz mal. Isso porque, os níveis de homocisteína aumentam, que é um composto nocivo para coração e cérebro. E o perigo é ainda maior se tivermos dieta pobre em vitaminas do complexo B. Altas taxas de homocisteína são fatores de risco pra Alzheimer e Parkinson.

- ÁLCOOL: causa déficit temporário da memória, aprendizado e atenção. Outras drogas e álcool podem levar à destruição de neurônios, além de prejudicar formação de células cerebrais novas. E quanto maior é o consumo, tanto maior será o perigo.

- GORDURAS SATURADAS E TRANS: as saturadas são de origem animal e as trans são as comprovadamente maléficas para o coração. A gordura trans são formadas por hidrogenação natural ou artificial.

Por isso, evitar os alimentos que prejudicam nossa memória e consumir os que são importantes para o cérebro, é uma atitude válida para garantir  saúde cerebral.
Outras atitudes também ajudam-nos  a manter um estilo de vida perfeito para melhorar o aprendizado e favorecer a plasticidade cerebral (formação de novos neurônios). São elas:

- Aprender novas habilidades para exercitar o cérebro, como ler muitos livros, fazer palavras cruzadas, ir a lugares diferentes e procurar se informar sobre assuntos variados.

- Medir a pressão arterial, dosar o colesterol e o açúcar no sangue. Está comprovado que os mesmos cuidados para manter o coração saudável também ajudam a preservar a memória e a acuidade mental.

- Evitar circular por ambientes poluídos em horário de "rush" e evitar consumir alimentos de origem duvidosa, principalmente, aqueles feitos em locais que você não confia.

- Fazer exercícios físicos regularmente, pois estes aumentam o fluxo sanguíneo para o nosso cérebro e transporta nutrientes importantes para o seu funcionamento. Exercício físico também aumenta as conexões entre os neurônios.

- Controlar o estresse no dia-a-dia também ajuda a nossa memória, isto porque, o cortisol, hormônio do estresse, prejudica áreas relacionadas ao aprendizado e memória. Investir em atividades relaxantes com os amigos, rir mais, ter um objetivo na vida, sentir-se feliz, envolver em projetos sociais, ter um bom círculo de amigos, ter sonhos a serem realizados e viver feliz, fará com que você tenha mais vigor mental, ajudando a preservar a memória.
A alimentação correta e os hábitos saudáveis da nossa vida certamente contribuem pra a nossa memória. Não custa nada tentarmos, afinal, que não gosta de lembrar de todos os acontecimentos?

Até mais.

Abraços,

Patrícia.