domingo, 27 de outubro de 2013

O QUE É DIABETES?

De acordo com dados de novembro de 2012, a International Diabetes Federation (IDF), atualizou o seguinte: no mundo há 371 milhões de pessoas portadoras de diabetes (idades entre 20 e 79 anos), sendo que 50% das pessoas portadoras de diabetes desconhecem essa condição. O número de diabéticos está aumentando no mundo todo. O Brasil ocupa a 4ª posição entre os países com maior prevalência da doença: são 13,4 milhões de portadores de diabetes, o que corresponde cerca de 6,5% da nossa população entre 20 e 79 anos de idade.
Diabetes é uma síndrome metabólica de origem múltipla, decorrente da falta de insulina e/ou da incapacidade de a insulina exercer adequadamente os seus efeitos no organismo. Isso causa aumento da glicose (ou açúcar) no sangue. Ocorre porque o pâncreas se torna incapaz de produzir o hormônio insulina em quantidade suficiente para suprir as necessidades do organismo, ou porque a insulina não é capaz de agir de maneira adequada (resistência à insulina).
A insulina reduz a glicemia (taxa de açúcar no sangue) ao permitir que o açúcar que está presente no sangue entre nas células para ser utilizado como fonte de energia. Então, se faltar insulina, ou mesmo se ela não agir corretamente, haverá aumento de glicose no sangue e, consequentemente, o diabetes.
 

 
TIPOS DE DIABETES.
* Tipo 1: o pâncreas perde a sua capacidade de produzir insulina porque os nossos anticorpos atacam as células que produzem insulina, por causa de defeito no sistema imunológico. Esse tipo ocorre em cerca de 5 a 10% dos pacientes que têm diabetes. O tratamento é com os vários tipos de insulina.
 
* Tipo 2: neste tipo de doença tanto ocorre  diminuição da secreção de insulina e também um defeito na sua ação ( resistência à insulina). Na maioria dos casos é  tratado com medicamentos orais ou injetáveis (insulina). Geralmente, com o passar do tempo, pode ocorrer o agravamento da doença. O tipo 2 ocorre em cerca de 90% dos pacientes com diabetes.
 
* Diabetes gestacional: caracterizado por aumento da resistência à ação da insulina na gestação, aumentando os níveis de glicose no sangue, diagnosticado pela primeira vez na gestação. Pode ou não persistir após o parto. Não tem causa conhecida.
 
* Outros tipos de diabetes: podem ser decorrentes de defeitos genéticos associados a outras doenças ou ao uso de medicamentos.
 
 
 
ALGUNS SINTOMAS COMUNS.
* Diabetes tipo 1: vontade de urinar diversas vezes, fome frequente, sede constante, perda de peso, fraqueza, fadiga, nervosismo, mudanças de humor, náusea e vômito.
 
* Diabetes tipo 2: infecções frequentes, alterações visuais (visão embaraçada), dificuldade de cicatrização das feridas, formigamento nos pés e furúnculos.
 
 
 
DIAGNÓSTICO.                        
O diagnóstico de diabetes normalmente é feito utilizando 3 exames: Glicemia em jejum, Hemoglobina glicada e Curva glicêmica.
É muito importante procurar o médico para o diagnóstico e controle do diabetes.
 
COMPLICAÇÕES.
Algumas complicações podem surgir por causa da doença: infecções em geral, hipertensão, neuropatia diabética, pé diabético, retinopatia diabética, infarto do miocárdio e AVC, arteriosclerose e nefropatia diabética.
 
CUIDADOS EM GERAL.
O tratamento correto do diabetes significa manter uma vida saudável, bem como controlar a glicemia, a fim de evitar possíveis complicações da doença. Os principais cuidados para tratar o diabetes incluem a prática de exercícios físicos, o controle da dieta, a verificação da glicemia, evitar bebidas alcoólicas e cigarro, cuidar da pressão arterial, manter o peso, aumentar o cuidado com os olhos e os pés e  cuidar da saúde bucal.
E o mais importante: seguir o tratamento médico com os medicamentos corretos para o seu diagnóstico. Procurar um nutricionista é uma ótima escolha para equilibrar a dieta necessária.
 
 
Espero que essas informações esclareçam algumas dúvidas.
Um grande abraço,
 
Patrícia.
 

domingo, 18 de novembro de 2012

ORGANIQUE BRASIL®: UMA MARCA DE COSMÉTICOS QUE PRIMA PELA SUSTENTABILIDADE.

Atualmente, o termo Sustentabilidade está na moda. Podemos definir este termo como a capacidade do ser humano interagir com o seu cotidiano, contudo, sem deixar de preservar o meio ambiente e não comprometer os recursos naturais das futuras gerações. Esse conceito integra questões sociais, energéticas, econômicas e ambientais.
Pensando nisso, muitas empresas se adaptam com o intuito de oferecer produto de qualidade à nossa saúde e que respeitem o ambiente.
Um exemplo dessa nova consciência são os cosméticos da Organique Brasil®, uma empresa de Cedral, estado de São Paulo, cuja missão é desenvolver cosméticos naturais e orgânicos para atender as necessidades dos clientes que buscam esse diferencial nos produtos, bem como respeitar o meio ambiente. A marca Organique Brasil® utiliza matérias primas com fontes renováveis, com destaque para ativos da região Amazônica.


As matérias primas naturais são a partir de óleos essenciais, com controle de origem, as embalagens utilizadas são recicláveis, não há utilização de corantes sintéticos e nem fragrâncias e a empresa não faz testes em animais. Esse diferencial respeita o ser humano e o meio ambiente.


Além disso, tem uma linha bem interessante que usa a Aromacolorterapia, com utilização de aromas e cores como terapia. Essa técnica é utilizada há milhares de anos no Egito e Oriente. A terapia dos aromas é o conjunto de formas terapêuticas que se vale dos princípios ativos dos óleos essenciais para prevenir e auxiliar no processo de cura de males físicos, emocionais e mentais.

A empresa desenvolveu produtos para um consumidor consciente que está interessado em produtos de qualidade que são produzidos com ativos de fontes sustentáveis, naturais e confiáveis.
Para que quiser conhecer mais sobre a empresa:
Também tem a página no facebook: Organique Brasil.

Abraços,

Patrícia.

domingo, 11 de novembro de 2012

AUTOMEDICAÇÃO E OS RISCOS PARA A SAÚDE.

Automedicação pode ser definida como a utilização de medicamentos por conta própria ou indicação de pessoas não habilitadas, para tratar doenças cujos sintomas são percebidos pelo paciente, mas não tem uma avaliação prévia do profissional de saúde médico.


Algumas propagandas induzem ou incentivam o consumo de determinados medicamentos que nem sempre estão indicados para as necessidades do paciente.
O grande risco da automedicação é uma intoxicação. Os analgésicos, antitérmicos e antinflamatórios são as classes dos medicamentos que mais intoxicam se usados sem orientação.
De um modo geral, os sintomas de dor (dor de cabeça, dor muscular, cólicas e outras), má digestão, quadros gerais de doenças respiratórias e viroses (diarreias, por exemplo), estão entre os principais motivos pela procura aos medicamentos e uso indiscriminado.
Porém, vale ressaltar que, com a automedicação, há aumento dos índices de dependência aos medicamentos, assim como lesões graves nos pacientes, muitas vezes, irreversíveis, além do aumento dos sintomas, chegando a diagnósticos de dores crônicas e estados piorados de ansiedade e sintomas de depressão.  Outros exemplos de riscos são: lesão no fígado (paracetamol), sangramento no estômago e/ou intestinos (antinflamatórios), alteração dos rins (antinflamatórios), tonturas e outras reações, sendo algumas delas tão graves que podem levar à morte. Além de mascarar alguns sintomas da doença, a automedicação atrasa o diagnóstico, comprometendo o tratamento, caso o paciente procure depois atendimento médico.
A população deve sempre ficar atenta aos perigos da automedicação:
- automedicação pode levar a erros de diagnóstico, à escolha de terapia inadequada, podendo retardar o reconhecimento de uma patologia, bem como, a possibilidade de agravá-la;
- sintomas iguais podem ter causas diferentes. Os sintomas são apenas indicativos de algum problema de saúde. Antes da escolha do medicamento adequado, o médico vai consultar o paciente, pedir exames laboratoriais complementares para o correto diagnóstico;
- as interações medicamentosas podem ter consequências graves para a saúde. O médico tem competência para avaliar quais os medicamentos podem ser tomados em conjunto, se necessário.
E é bem importante também que os médicos sejam cautelosos ao fazerem suas prescrições, usando letras legíveis ou prescrições impressas, além de orientar sobre o uso correto e os cuidados ao longo do tratamento.


E lembrando: somente o farmacêutico tem a competência para dispensar o medicamento e orientar a população sobre o uso correto da medicação, auxiliando o paciente na adesão ao tratamento.
E para finalizar, uma condição importante é que todo profissional de saúde deve fazer sua parte para evitar todas as complicações do uso indiscriminado dos medicamentos, orientando a população com esclarecimentos sobre todos os riscos da automedicação. Promover orientação correta à população é  um dever de todo profissional de saúde  que lida diariamente com as pessoas. Afinal, “SAÚDE É UM ESTADO DE COMPLETO BEM-ESTAR FÍSICO, MENTAL E SOCIAL, E NÃO APENAS A AUSÊNCIA DE DOENÇA” (definição da OMS).


 Até mais,
Abraços a todos,
Patrícia.


quarta-feira, 31 de outubro de 2012

CÂNCER DE MAMA.

Câncer ou Neoplasia caracteriza-se por crescimento rápido e desordenado das células, que adquirem a capacidade de se multiplicar. Essas células tendem a ser muito agressivas e incontroláveis, determinando a formação de tumores malignos (câncer), que podem espalhar-se para outras regiões do corpo (metástase).
O câncer de mama afeta glândulas formadas por lobos, que se dividem em estruturas menores chamadas lóbulos e ductos mamários. É o tumor maligno mais comum em mulheres e o que mais leva as brasileiras à morte, segundo o Instituto Nacional de Câncer (INCA). Este tipo de câncer é o segundo mais frequente no mundo, respondendo por 22% dos casos novos a cada ano. Porém, se diagnosticado e tratado oportunamente, o prognóstico é relativamente bom.


O câncer de mama é relativamente raro antes dos 35 anos, mas acima dessa idade sua incidência cresce rápida e progressivamente. É importante lembrar que nem todo tumor na mama é maligno e que ele pode ocorrer também em homens, mas em número muito menor. A maioria dos nódulos (ou caroços) detectados na mama é benigna, mas isso só pode ser confirmado por meio de exames médicos. Isso é muito importante ressaltar.
Quando diagnosticado e tratado ainda em fase inicial, isto é, quando o nódulo é menor do que um centímetro, as chances de cura do câncer de mama chegam a quase 95%. Tumores desse tamanho são pequenos demais para serem detectados por palpação no auto-exame, mas são visíveis na mamografia. POR ISSO É FUNDAMENTAL QUE TODA MULHER FAÇA UMA MAMOGRAFIA POR ANO A PARTIR DOS 40 ANOS.


O câncer de forma geral não tem uma causa única. O desenvolvimento deve ser compreendido em função de uma série de fatores de risco, alguns deles são modificáveis, outros não.
O histórico familiar é um importante fator de risco não modificável para o câncer de mama. Mulheres com parentes de primeiro grau (mãe ou irmã) que tiveram a doença antes dos 50 anos podem ser mais vulneráveis.
Entre outros fatores de risco não modificáveis estão o aumento da idade, a primeira menstruação antes dos 11 anos de idade, a menopausa tardia (última menstruação após os 55 anos), nunca ter engravidado ou ter tido o primeiro filho após os 30 anos.
Já os fatores de risco modificáveis bem conhecidos até o momento estão relacionados ao ESTILO DE VIDA, como o excesso de peso, o fumo e a ingestão regular (mesmo que moderada) de álcool. Alterá-los, portanto, diminui o risco de desenvolver a doença. No entanto, a adoção de um estilo de vida saudável nunca deve excluir as consultas periódicas ao ginecologista e fazer a mamografia anual a partir dos 40 anos.
No Brasil, as taxas de mortalidade por câncer de mama continuam elevadas, muito provavelmente porque a doença ainda é diagnosticada em estágios avançados. Na população mundial, a sobrevida média após cinco anos é de 61%.


SINTOMAS.
O sintoma mais comum de câncer de mama é o aparecimento de um caroço. Nódulos que são indolores, duros e irregulares têm mais chances de serem malignos, mas há tumores que são macios e arredondados. Portanto, é importante ir ao médico. Outros sinais de câncer de mama incluem: inchaço em parte do seio; irritação da pele ou aparecimento de irregularidades, como covinhas ou franzidos; dor no mamilo ou inversão do mamilo (para dentro); vermelhidão ou descamação do mamilo ou pele da mama; saída de secreção (que não leite) pelo mamilo e caroço nas axilas.
TIPOS DE CÂNCER DE MAMA E TRATAMENTOS.
O câncer de mama pode se manifestar de diversas formas, e conhecer seus principais tipos ajuda a compreender melhor o que está acontecendo. O diagnóstico positivo é sempre uma notícia impactante, mas é importante estar bem informada para conversar com o oncologista sobre as opções de terapias disponíveis e mais apropriadas para cada caso. Há os tumores mais e os menos agressivos, e os que crescem mais ou menos rápido, por exemplo. Uma série de características vai permitir ao médico indicar o tratamento mais adequado, aquele com maior chance de cura no menor tempo possível, minimizando os riscos de recaída.
Os tratamentos variam de acordo com o tipo e o estágio do tumor. Podem ser:
- Terapia local: inclui cirurgia e radioterapia para tratar o tumor no local, sem afetar o resto do organismo.
- Terapia sistêmica: são medicamentos administrados por via oral ou diretamente na corrente sanguínea, para atingir células de câncer em qualquer parte do corpo.
É IMPORTANTE LEMBRAR: quanto mais cedo a doença for descoberta, maiores são as chances de cura, não esquecendo de fazer auto-exame uma vez por mês. Só ressaltando que a MAMOGRAFIA é de fundamental importância para detectar o câncer de mama, devendo ser feita uma vez por ano após os quarenta anos ou a critério médico.

Espero que as informações sejam úteis e esclareçam algumas dúvidas.

Abraços,

Patrícia.



sábado, 13 de outubro de 2012

NOTAS OLFATIVAS DO PERFUME.

Já se sabe que o perfume é uma química inesquecível e tem sido parte da vida civilizada há muitos séculos. Cada um de nós prefere determinados aromas, os quais podem causar várias emoções. O mais primitivo dos nossos sentidos, o  olfato, tem a capacidade de fazer-nos recordar experiências passadas. As mensagens olfativas são enviadas para áreas do cérebro associadas às emoções, criatividade e memória.
Mas, afinal, o que é um perfume? Quais as substâncias presentes nele?


A fragrância do perfume é uma complexa mistura de substâncias originalmente extraídas de plantas tropicais ou animais selvagens. Recentemente, o perigo de extinção de algumas espécies vegetais e animais e a busca de novas essências, de menor custo, conduziu às pesquisas de produtos sintéticos que têm substituído, aos poucos, os aromas naturais.
As notas olfativas do perfume estão classificadas da seguinte maneira:
- NOTAS DE CABEÇA (superior ou de saída): é a parte mais volátil e a que detectamos primeiro, geralmente nos 15 minutos de evaporação. É a primeira impressão do perfume, quando abrimos o frasco e sentimos na hora. É leve e passa a ideia de frescor. São compostas basicamente por notas frutais, com moléculas relativamente menores, por isso, evaporam após 5 minutos.
- NOTAS DE CORAÇÃO (do meio): parte intermediária do perfume, levando um tempo maior para ser percebida, cerca de 3 a 4 horas. Essas notas criam o tema dominante na composição do perfume, demonstrando a personalidade do perfume, ficando até 8 horas na pele. São compostas basicamente por notas florais.
-NOTAS DE FUNDO (base do perfume): é a parte menos volátil, que leva até 5 horas para ser percebida. São denominadas “fixadoras” do perfume. São as últimas a evaporarem, tendo maior fixação. Pode durar até 24 horas na pele. São as notas mais quentes e sensuais da composição olfativa, geralmente compostas por âmbar, almíscar, incenso, sândalo e baunilha. São feitas a partir de moléculas mais pesadas, por isso demoram até 24 horas para evaporarem, dependendo da concentração do perfume.





Alguns óleos essenciais usados na perfumaria.

 


Realmente, fazer um bom perfume é complicado, exige muito estudo e pesquisa. Chegar à mistura correta dos componentes exige anos de testes. Além disso, há uma enorme diferença no preço dos produtos dependendo de sua classificação como perfume, colônia, etc. Estas diferentes classificações refletem a composição da mistura presente no produto.


A relação que as pessoas têm com o perfume é muito variada: umas amam, outras não ligam, outras não vivem sem. Mas, independente disso, concluímos que fabricar um perfume exige determinação e conhecimento imensos. Achar a mistura correta fará do perfume um sucesso ou um fracasso. Ainda bem que temos, atualmente, muitos perfumes que são um sucesso. Maravilhosos !!!

Espero que curtam essas informações.

Até a próxima,
Patrícia.

sexta-feira, 12 de outubro de 2012

NUTRICOSMÉTICOS.

Nutricosméticos são os suplementos de uso oral que têm a finalidade de nutrir a pele de dentro para fora. São conhecidos também como “pílulas da beleza”. Contém alguns princípios ativos especiais, como vitaminas, ácidos graxos, minerais, fitoterápicos e aminoácidos para prevenir envelhecimento celular, queda de cabelo, fortalecer as unhas, melhorar o bronzeado, aumentar a imunidade e tratar celulite.


O surgimento desses produtos está associado ao nosso estilo de vida moderno, no qual nem sempre é possível manter uma alimentação balanceada e uma atividade física constante. É claro que os antioxidantes estão entre os grandes componentes das “pílulas da beleza”; isto para combater os radicais livres que aceleram o processo do envelhecimento.
Porém vale ressaltar que nutricosméticos não são terapêuticos, mas sim coadjuvantes. Atividade física constante, dieta equilibrada e estilo de vida saudável são fundamentais para manter a pele saudável e a saúde em dia. Claro que para manter a pele mais jovem, o uso de protetor solar também é importante.
Porém, uma ajuda a mais faz diferença. Alguns ativos, por exemplo, impedem a modificação do colágeno a da elastina da nossa pele, diminuindo rugas e linhas de expressão e aumentando a hidratação. Essa ação melhora o aspecto geral da pele e mantém a aparência mais jovial. Essa é a grande vantagem do nutricosmético: com uso contínuo nota-se a diferença na face já com alguns meses de uso.


E sempre lembrando que as pessoas que querem utilizar os nutricosméticos devem procurar nutricionista ou médico pra avaliar se devem ou não utilizar o produto, bem como escolher a composição correta. Se for necessário prescrever mais que um componente, a melhor opção é a manipulação da fórmula. Manipular as cápsulas dos nutricosméticos com a orientação adequada faz com que você tenha um produto diferenciado, indicado de acordo com suas necessidades. Isso dará um resultado melhor na busca pela juventude.


Não esquecendo, é claro, de manter uma dieta equilibrada com um cardápio colorido, fazer exercícios físicos e manter um estilo de vida saudável, com bom-humor e com o estresse controlado. O corpo agradece e a pele fica mais jovem.
Abaixo, vou listar alguns componentes que fazem partes de nutricosméticos industrializados ou que são prescritos em fórmulas manipuladas:
- Licopeno: antioxidante que previne degradação da pele e cabelo e atua na formação do colágeno.
- Vitamina C: protege, restaura e ajuda na formação das fibras de sustentação da pele.
- Vitamina E: ativa células imunológicas e fortalece o cabelo.
- Vitamina D: tem ação importante na beleza, atuando nas células, além de ser essencial na absorção de cálcio e fósforo pelo organismo.
- Glycoxil®: apresenta propriedades antiglicantes e deglicantes, ou seja, pode reverter rugas já formadas, o avanço de doenças e auxilia na recuperação de déficit energético. A grande vantagem desse componente é que ele “anula” os efeitos ruins que o açúcar faz no organismo.
- Selênio: antioxidantes potente, prolonga a juventude, melhora a qualidade das unhas e aumenta a imunidade do organismo.
- Luteína: antioxidante, protege todas as células contra os radicais livres.
- Betacaroteno: age na formação da melanina, pigmento responsável por proteger a pele dos raios ultravioletas e também dar a cor bronzeada.
- Exsynutriment®: regenera as células da pele e estimula as fibras de sustentação (colágeno, elastina e fibroblastos) para proporcionar firmeza e tonicidade. Além disso, fortalece unhas e cabelos. É o “queridinho” dos nutricosméticos e o mais prescrito pelos médicos e nutricionistas. Os resultados com o uso contínuo são fantásticos. É um silício orgânico estabilizado em colágeno marinho, molécula patenteada, que o nosso organismo consegue absorver e utilizar nos processos celulares.

- Zinco: age no fortalecimento de unhas, atua no crescimento capilar e previne surgimento de fios brancos.
- Colágeno hidrolisado: deixa a pele mais firme. O hidrolisado tem uma absorção e aproveitamento melhores pelo nosso organismo.
Com esse conceito de “beleza de dentro para fora”, os nutricosméticos estão a todo vapor. Iremos ouvir muito esse termo daqui em diante, pois os lançamentos não param.
Espero que tenham gostado do post.

Abraços,
Patrícia.

sábado, 6 de outubro de 2012

DESODORANTES E ANTITRANSPIRANTES.

Hoje vou falar, resumidamente, sobre DESODORANTES E ANTITRANSPIRANTES.
Vocês sabem a diferença entre os dois?
A maioria das pessoas refere-se aos dois como sendo um mesmo produto, porém, há diferenças químicas entre eles.
De um modo geral, os princípios ativos dos DESODORANTES são as fragrâncias para disfarçar os odores da transpiração e os agentes antibacterianos para inibir o desenvolvimento e crescimento das bactérias presentes na região da axila. Podem ser coloridos e perfumados e são apresentados em formas e veículos apropriados, conforme definidos por legislação.
Os princípios ativos (também determinados por legislação) mais comuns presentes nas formulações são: etanol (no máximo 60%), triclosan (no máximo 0,3%), EDTA tetrassódico, BHT e bicarbonato de sódio ou potássio. Além desses componentes, podem conter outros ativos, de acordo com a fórmula da marca do produto, mas todos seguindo as determinações da legislação.
Alguns desodorantes podem conter também peróxido de zinco para promover quebra dos ácidos graxos presentes no suor em compostos com menos cheiro.

Já os ANTITRANSPIRANTES são produtos para inibir ou diminuir a transpiração, podendo ser coloridos ou perfumados em formas de veículos apropriados, bem como associados aos desodorantes e outros ativos para melhorar a ação.
Eles reduzem a secreção das glândulas sudoríparas ao bloquearem os ductos de passagem do líquido para o meio externo.
Os principais ativos de um modo geral são: complexos de alumínio e zircônio, cloridróxido de alumínio, dicloridrato de alumínio e sesquicloridrato de alumínio. As quantidades máximas desses componentes nas formulações estão todas definidas por legislação específica.
A ação adstringente dos antitranspirantes consiste em comprimir as glândulas sudoríparas para estas não produzirem mais suor.
O mecanismo de ação é a difusão do sal pelo ducto sudoríparo, que após a lenta neutralização da solução ácida de sal metálico, produz gel ou complexo mucopolissacarídeo. Esta obstrução impede a saída do suor até que a queratina obstruída seja substituída pela renovação celular. Vale ressaltar, que não existem evidências comprovadas de danos permanentes às glândulas sudoríparas, pois a transpiração normal recomeça normalmente após a suspensão do uso do antitranspirante.


Já que estamos enfatizando que os produtos citados são pra inibir a produção ou o cheiro de suor do nosso corpo, vamos, então, falar um pouco sobre o SUOR.
Mas afinal o que é o SUOR?


O suor tem a função de regular a temperatura corporal mantendo-a próxima a 37ºC, bem como manter a elasticidade e hidratação da pele. Vale lembrar, que foi essa habilidade de transpirar até 1,8L por hora que permitiu a adaptação do ser humano aos diversos climas. O suor é um líquido isotônico de pH entre 4 e 6,8, produzido pelas glândulas sudoríparas. Ele é secretado para a superfície da pele para reduzir o pH e prevenir o crescimento das bactérias. Homens suam mais que mulheres.
O suor é composto por água, cloreto de sódio, ureia, ácidos graxos e algumas substâncias orgânicas. Os ácidos graxos e ureia sofrem oxidação e decomposição formando compostos responsáveis pelo cheiro desagradável do suor. Portanto, é importante cuidar da axila usando produtos adequados ao tipo de pele já que há muitas pessoas alérgicas aos desodorantes e antitranspirantes. Só assim podemos controlar o cheiro e a produção do suor de um modo eficiente.



O uso diário de antitranspirantes pode irritar a pele, provocando sensações de queimadura, irritação, coceira, vermelhidão, bolhas, descamação e ardor. O início da irritação pode ocorrer imediatamente ou após alguns dias ou semanas de uso. Mas, no geral, há melhora em até 3 dias após a remoção do produto irritante. No caso dos antitranspirantes, os ativos de alumínio estão entre os causadores das irritações, no caso, chamadas de “alergias de contato”.
No caso dos desodorantes, o álcool e outros compostos sensibilizantes são os mais comuns causadores da alergia. Por isso, é importante ter um conhecimento prévio sobre os componentes dos produtos que estamos usando. Se ocorrer qualquer sinal de alergia, o uso do produto deve ser suspenso imediatamente. Não se deve insistir em continuar usando, pois vai haver uma piora considerável. E caso os sintomas não desapareçam após a suspensão, deve-se procurar ajuda do especialista médico.

Espero que gostem das informações.

Abraços,

Patrícia.